
quarta-feira, 15 de julho de 2015
phisalys
Passado mais ou menos um mês, as plantas apresentam um bom desenvolvimento, e já com a presença de flores!!


terça-feira, 16 de junho de 2015
Phisalys
Os meus phisalys envasados, estão com um óptimo desenvolvimento. Trata-se de uma experiência, para observar o desenvolvimento e produção de phisalys em vaso!!!!????
sexta-feira, 5 de junho de 2015
A turma de Jardinagem e
Princípios de Agricultura biológica da Universidade Sénior de Estremoz, efetuou
dia 29 de maio de 2015, uma visita de campo à Sociedade Agrícola da Quinta da Fonte
Nova em Arcos – Estremoz, onde é praticada Agropecuária do tipo biológico.
Podemos observar a diversidade de culturas existentes, assim como várias
espécies de animais, principalmente aves, como galinhas de raças autóctones, perus,
várias espécies de patos e gansos, aves de pequeno porte como codornizes rolas
entre outras.
A principal produção da quinta, é
a cultura dos espargos, no entanto como já foi referido anteriormente existe um
grande leque de outras culturas hortícolas, aromáticas e uma diversidade de
frutos desde pequenas bagas, até frutos de maior calibre, podemos destacar os kiwis,
as framboesas, amoras, morangos, physallis.
Existe também na quinta várias
coberturas e cortinas com vegetação diversa para abrigo para insetos
auxiliares, também alguns lagos com imensa biodiversidade, tudo exemplos de
boas práticas, que devem ser efetuadas em agricultura biológica.
Tratou-se de uma manhã bem
passada, onde foi possível observar bastante biodiversidade, em diversas formas
animais e vegetais, com bastante sustentabilidade ambiental. Um bem haja à
Quinta da Fonte Nova, o nosso muito obrigado.
sexta-feira, 22 de maio de 2015
quarta-feira, 13 de maio de 2015
Academia Sénior de Estremoz
No inicio do ano escolar foi-me proposto participar nesta Instituição, como monitor de uma disciplina designada por "Jardinagem e Princípios de Agricultura Biológica". Reconheço que fiquei um pouco apreensivo em aceitar o desafio, em virtude de nunca ter dado aulas, e muito menos a pessoas, algumas delas com formação em diversas áreas, superior às minha.
No entanto acedi a participar neste projecto, e decorrido algum tempo, acho que o balanço posso descreve-lo como positivo, acima de tudo, posso dizer que fiquei com novos amigos.
No entanto houve uma parte menos boa, que pensamos corrigir no próximo ano, que é a não existência ainda de um espaço físico, para por em prática alguns conceitos de AB, ou seja ainda não conseguimos a nossa própria Horta Biológica, na parte da jardinagem, podemos praticar esta actividade, em alguns espaços verdes da Cidade de Estremoz, e principalmente no Parque de vazaria da Autarquia, onde principalmente praticamos a propagação de algumas espécies, em diversos métodos de propagação de plantas.
As aulas teóricas foram dadas, e continuam até ao final da época escolar, a ser ministradas no Centro Cultural de Estremoz.
Porventura se continuar este projecto no próximo ano, estou a pensar mudar o nome da disciplina para "Princípios de Agricultura Biológica e Propagação de Plantas", em virtude de ter dado conta, que houve uma maior apetência pela AB em detrimento da jardinagem, logo se verá. Não me quero alongar muito mais, deixando algumas imagens dos trabalhos no Parque de Vazaria, de alguns alunos, prometendo mostrar numa próxima oportunidade algumas actividades e trabalhos feitos pelos alunos ao longo do ano.
No entanto acedi a participar neste projecto, e decorrido algum tempo, acho que o balanço posso descreve-lo como positivo, acima de tudo, posso dizer que fiquei com novos amigos.
No entanto houve uma parte menos boa, que pensamos corrigir no próximo ano, que é a não existência ainda de um espaço físico, para por em prática alguns conceitos de AB, ou seja ainda não conseguimos a nossa própria Horta Biológica, na parte da jardinagem, podemos praticar esta actividade, em alguns espaços verdes da Cidade de Estremoz, e principalmente no Parque de vazaria da Autarquia, onde principalmente praticamos a propagação de algumas espécies, em diversos métodos de propagação de plantas.
As aulas teóricas foram dadas, e continuam até ao final da época escolar, a ser ministradas no Centro Cultural de Estremoz.
Porventura se continuar este projecto no próximo ano, estou a pensar mudar o nome da disciplina para "Princípios de Agricultura Biológica e Propagação de Plantas", em virtude de ter dado conta, que houve uma maior apetência pela AB em detrimento da jardinagem, logo se verá. Não me quero alongar muito mais, deixando algumas imagens dos trabalhos no Parque de Vazaria, de alguns alunos, prometendo mostrar numa próxima oportunidade algumas actividades e trabalhos feitos pelos alunos ao longo do ano.
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Imagens da Visita de Campo das I Jornadas da Figueira da Índia de Estremoz
terça-feira, 5 de maio de 2015
I Jornadas da Figueira-da-índia de Estremoz
I Jornadas da Figueira-da-índia de
Estremoz
Durante a FIAPE 2015, Feira Internacional de Agropecuária e
Artesanato de Estremoz, foi organizado pelo Gabinete de Planeamento e Gestão
Ambiental do Município, as I Jornadas da Figueira-da-índia. O evento em questão,
veio a verificar-se e despertou por parte dos participantes, grande interesse
pelos temas abordados, tendo assistido ao mesmo agricultores da região e de
outros pontos do país. O coloquio que decorreu durante o dia 30 de abril último,
consistiu em duas partes, durante a amanhã abordou-se a temática do ponto de
vista técnico e teórico-prático, tendo decorrido da parte da tarde uma visita a
duas plantações com a cultura em explorações agrícolas, na freguesia de S.
Lourenço de Mamporcão.
O objetivo principal das I Jornadas
da Figueira-da-índia, foi dar a conhecer melhor a cultura da
figueira-da-índia, principalmente de modo a tentar diversificar um pouco mais a
oferta aos agricultores, no sentido de optarem por novas culturas, que se
adaptem às nossa condições edafo-climáticas, e que possam servir para reforçar,
neste caso e principalmente, a fileira da fruticultura, foi igualmente, abordado
nestas jornadas, a vertente forrageira da cultura, e a sua importância na
pecuária, principalmente em períodos de seca ou carência de recursos hídricos.
Trata-se de uma cultura pouco
exigente, que de certo modo será fácil fazer e convém que seja executada em
MPB, de modo a conseguirmos melhores rendimentos para o agricultor e
ambientalmente mais sustentável.
O excelente painel de oradores foi presidido
pelo Dr. Francisco Ramos, Vice-presidente do Município de Estremoz e constituído
pela Dra. Mariana Regato, coordenadora do Centro Hortofrutícola da Escola
Superior Agrária de Beja, Teresa Laranjeiro, Presidente da Cooperativa
Exoticfruits, Engo. Tomé Panazeite, Presidente da Confraria da Figueira e do
Figo-da-índia e ainda por mim próprio como organizador e moderador dos temas
abordados.
Depois de um intervalo para um cofeebrak,
pudemos degustar alguns produtos provenientes da transformação do
figo-da-índia, como bolos, compotas, que foram gentilmente cedidos por
comerciantes e produtores. A seguir foi constituído, um segundo painel, onde
podemos contar com a presença de três agricultores, respetivamente, pelo Eng.º
João Gomes e pelo Sr. Daniel Aldeagas, ambos produtores de figo-da-índia, e
ainda pelo Dr. Manuel Ramalho produtor de palma forrageira para pecuária. Os
oradores falaram das suas motivações e esperanças quanto à cultura debatida,
seguindo-se um período para perguntas para esclarecimento dos participantes,
para diversas questões e dúvidas quanto à cultura.
O coloquio foi bastante participado
como podemos ver pelas fotos que se seguem, tendo muitos dos participantes
comentado, que se tornava imperativo programar já as próximas jornadas da
Figueira-da-índia.
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