terça-feira, 29 de novembro de 2016

Raça Serpentina

Adoro esta raça de caprinos, deixo aqui uma descrição sobre esta raça, que acho bastante interessante e  penso tratar-se de um bom exemplo a seguir (tirado de http://www.herdade-da-mata.com/index.php?option=com_content&view=article&id=11&Itemid=20&lang=pt)

A Herdade da Mata tem atualmente cinquenta cabras Serpentinas e três bodes, todos inscritos no Registo Genealógico da Raça Caprina Serpentina. As crias do sexo feminino que possuam características típicas são mantidas para a reprodução. Os machos são vendidos conhecidos por Cabritos Alentejanos.

O processo de produção inteiro de cabritos Serpentina, do nascimento à venda, é acompanhado pela Associação Portuguesa de Caprinicultores de Raça Serpentina.

O seu revestimento é predominantemente branco. Os animais têm marcas negras ao longo da coluna vertebral, na barriga, dentro dos ouvidos, em torno dos olhos e na direção do focinho, bem como sobre a parte inferior das pernas, mais propriamente dos joelhos para baixo. A raça de cabras Serpentina, como é comum em outras ralas deste animal, resultou do cruzamento entre animais trazidos para a Península Ibérica no passado distante por pessoas de várias origens. Graças às condições ambientais locais e alguma seleção morfológica, fizeram com que estes exemplares ganhassem fortes características homogéneas, acabando por ganhar o estatuto de raça.

Ao longo dos anos, o seu nome sofreu algumas mudanças, como os animais que passaram de um lado para o outro e cresceram em número. Em primeiro lugar, porque a maior concentração foi em Espanha, onde eram conhecidas como cabras espanholas ou castelhanas. Mais tarde, devido à sua proximidade com a fronteira, o nome foi alterado para Raiana e, por fim, com os números crescentes nas montanhas de Serpa no Alentejo, ficaram conhecidas por Cabras Serpentinas e este é o nome pelo qual são mais conhecidas nos dias de hoje.

A Cabra Serpentina é considerada em perigo de extinção


                                       Imagem (  http://www.veterinaria-atual.pt/estudo-revela-que-cabras-tem-sotaques-diferentes/)

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Raça de Cavalos Danish Warmblood

Raça de Cavalos Danish Warmblood: A Raça de Cavalos Danish Warmblood ou Dinamarquês é a mais jovem de todas as raças de cavalos de sela europeus. A raça foi criada no século 20 usando cavalos da raça Frederiksborg cruzados com puro-sangue europeus.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Feira da Golegã

Infelizmente chegou ao fim a FNC, para o ano haverá mais se Deus Quiser.

Para matar algumas saudades, teremos em maio próximo a Expoégua 2017.






sexta-feira, 4 de novembro de 2016

U. Sénior de Estremoz

Turma de " CONCEITOS DE AGRICULTURA BIOLÓGICA E TÉCNICAS DE PROPAGAÇÃO DE PLANTAS" da Academia Sénior de Estremoz, já reiniciou o ano .
Bem haja a todos, e em especial aos novos alunos.

Aqui ficam algumas imagens dos trabalhos do ano anterior, propagação de plantas no parque de vazaria do Município de Estremoz!


Muito trabalho!!!! e convívio, o que é essencial!

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Passeio em tarde de sábado

Fizemos mais um passeio equestre entre  amigos, sábado dia 29 de outubro, em boa companhia, com São Meira, Fernando Paiva e Francisco Fole.
Decorreu na Freguesia de Canaviais em Évora, numa boa tarde, solarenga, um pouco quente demais, para um dia de outono em final de tarde. Desfrutamos de paisagens mistas entre o urbano e o rural, por onde passamos, os campos das quintas e hortas de Canaviais, já verdejam, mostrando a força da natureza por Terras Alentejanas. Venham mais passeios, para o Mustang ganhar forma e evitar lesões, quando está demasiado tempo parado.
O amigo Fernando Paiva

 São Meira

 Francisco Fole

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Fitossanidade urbana

Este artigo abaixo descrito, tendo como fonte, (https://www.isa.ulisboa.pt/files/lpvva/pub/Mundo%20das%20Plantas%20e%20Jardinagem_N7_SET2009.pdf, considero que reflete com bastante exatidão, os problemas que podem surgir nas árvores em meio urbano, e que se torna necessário proteger e monitorizar com bastante atenção.

https://www.isa.ulisboa.pt/files/lpvva/pub/Mundo%20das%20Plantas%20e%20Jardinagem_N7_SET2009.pdf

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Diospiro

Estamos na época da colheita destes frutos, como tal um breve apontamento sobre esta operação cultural nesta fruteira.

Colheita

Segundo (Regazini, 1985), não existem índices objetivos para fixar o início da colheita, normalmente começa-se quando os frutos alcançam uma suficiente coloração amarela; até há pouco tempo atrás a colheita realizava-se com o apoio de escadas, hoje em dia está semi-mecanizada, nas plantações conduzidas em formas planas recorre-se a reboques ou plataformas de recolha, nas plantações com formas em volume recorre-se a elevadores providos com torres que se deslocam com um braço hidráulico unido ao trator. O Fruto separa-se muito facilmente da planta, colhendo-se manualmente fazendo-o girar num movimento rotativo em torno do pedúnculo, existem produtores que utilizam tesouras para fazer a colheita, no entanto o tempo para executar esta tarefa é superior á técnica anterior. Os dióspiros são distribuídos em caixas de madeira ou de cartão com alvéolos contendo de 2 a 6 unidades, ou em cestas tapadas de plástico transparente com buracos para a circulação do ar.
 

 

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Cavalo Lusitano

Apresentação da Raça Puro Sangue Lusitano na RuralBeja

Nas imagens que se seguem podemos ver o meu amigo, Arq. Fernando Gonçalves Paiva, na preparação do Júpiter para a apresentação de poldros de dois anos, na RuralBeja 2016.






Bonito, realmente este exemplar da Raça Lusitana, que viria a ser pontuado em 1º lugar neste grupo de animais . Parabéns ao proprietário, Paulo Pontes de Évora e ao seu apresentador o Fernando!

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Proteção fitossanitária da figueira-da-índia em Modo de Produção Biológico


A proteção fitossanitária das culturas em AB deve ser encarada sempre numa perspetiva preventiva desde a instalação da cultura no terreno.

Surgem por vezes muitos desequilíbrios, em termos de pragas e doenças, que são provocados por más práticas agrícolas, como podas mal conduzidas (feridas nos cladódios), fertilizações deficitárias ou excessivas e má gestão da diversidade.

Deste modo, durante o período de conversão, teremos que proceder a uma avaliação prévia das principais práticas culturais que podem vir a influenciar o equilíbrio fitossanitário, tendo como objetivo prevenir o aparecimento de pragas e doenças.

Os tratamentos fitossanitários só deverão ser utilizados, depois de implementadas as medidas preventivas e em caso de risco para a cultura.

Podemos ter conhecimento das substâncias permitidas em AB, através do Anexo II do Reg. (CE) nº 889/2008.

Uma boa prática de que podemos dispor, para evitar alguns tratamentos fitossanitários, será a diversificação do agro-sistema. No caso de pomares de figueira-da-índia, passa por introduzirmos bandas de compensação ecológica (faixas floridas intercaladas) e permitir bordaduras espontâneas. Outra forma de diversificar o agro-sistema pode ser a plantação de sebes compostas por plantas lenhosas ou mesmo por canas. Podemos ainda promover o aparecimento e manutenção de fauna auxiliar, como por exemplo a Coccinella septempunctata, conhecida vulgarmente por “joaninha”, através da construção de zonas de refúgio como bosquetes, pequenos lagos, simples montes de pedras ou moitas.
 

 

 

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Raça Bovina Cachena


A Cachena é uma das raças de gado bovino originárias da região do Geres, Alto Minho,  tendo como solar as maiores elevações das serras da Peneda, Soajo e Amarela. Com uma estatura que não vai muito além de 1 metro de altura, a cachena é uma das mais pequenas espécies bovinas de todo o mundo.

Esta raça bovina, também produz um leite a partir do qual é feito o queijo “Brandas da Cachena”, que é comercializado pela Cooperativa Agrícola dos agricultores de Arcos de Valdevez (blogdoMinho.blogs,sapo.pt)

O meu amigo Luis Gamboa Vicente, de Évora, tem alguns exemplares desta Raça autóctone, raça de grande rusticidade, que aproveita ao máximo o pasto principalmente, em alturas de escassez alimentar, como é o caso do fim de verão, princípio de outono, as imagens mostram-nos alguns dos animais na sua quinta em Canaviais, Évora.  

 




domingo, 9 de outubro de 2016

RuralBeja

Gostei bastante da Rural Beja 2016, foi a primeira vez que visitei, e fiquei bastante agradado com o evento, principalmente a parte equestre, parabéns à organização!






sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Plantação de Opuntia perto de Évora, já com a acolheita 2016 efetuada. A plantação apresenta grande vigor e ótimo estado fitossanitário; parabéns aos proprietários!
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