Colheita
Segundo (Regazini, 1985), não existem índices
objetivos para fixar o início da colheita, normalmente começa-se quando os
frutos alcançam uma suficiente coloração amarela; até há pouco tempo atrás a
colheita realizava-se com o apoio de escadas, hoje em dia está semi-mecanizada,
nas plantações conduzidas em formas planas recorre-se a reboques ou plataformas
de recolha, nas plantações com formas em volume recorre-se a elevadores
providos com torres que se deslocam com um braço hidráulico unido ao trator. O
Fruto separa-se muito facilmente da planta, colhendo-se manualmente fazendo-o
girar num movimento rotativo em torno do pedúnculo, existem produtores que
utilizam tesouras para fazer a colheita, no entanto o tempo para executar esta
tarefa é superior á técnica anterior. Os dióspiros são distribuídos em caixas
de madeira ou de cartão com alvéolos contendo de 2 a 6 unidades, ou em cestas
tapadas de plástico transparente com buracos para a circulação do ar.

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